Fora preconceito
Esta semana, encontrei no banco com um senhor, ex-testemunha de Jeová, que a muito não o via. Ele começou a conversa falando do novo templo de Salomão feito pelo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus, e elogiando o líder, dizendo que se ele era alguém que tinha expandido tanto o ministério para tantos lugares, significava que alguma coisa de Deus ele tinha; o que eu concordei.
No momento seguinte ele falou de alguém muito próximo a ele que trabalhava na Universal e que saiu por ter visto muita coisa que não concordava e achava ser algo que não condizia com a postura de um pastor. Eu fiquei ouvindo aquilo e pensando como nós somos movidos pela maledicência. Achamos que vamos ser melhores falando mal do próximo.
Mas acontece exatamente o contrário, sempre que falamos mal do nosso próximo somos consumidos pelas malignidades que acompanham as obras da carne. Me lembro da primeira vez que vi o apóstolo Valdemiro Santiago pessoalmente no café de pastores do Conselho de Pastores do Estado de São Paulo. Já tinha ouvido dezenas ou até centenas de críticas de pessoas que nunca tinham nem ido assistir a um culto na igreja Mundial, mas quando eu vi aquele mineiro de presença simples na minha frente pregando igualmente com simplicidade sobre Jesus, eu pensei: Não pode ser da mesma pessoa que estão falando.
Ao término de sua pregação que era cristocêntrica do começo ao fim, vi homens que são considerados pelo povo evangélico como "grandes", e que ostentam o título de apóstolo e bispo, se jogarem de joelhos no chão sem que fosse pedido isso à eles.
Já tive um relato de um amigo muito próximo de mim sobre a vida do apóstolo Estevan Hernandes que colocou sobre mim uma interrogação sobre a idoneidade do referido apóstolo. Até o dia em que meu irmão esteve com ele em um evento e após entrevistá-lo fez a seguinte observação:"Devemos pensar muito bem antes de fazer qualquer crítica a um homem de Deus."
Judas falando de tais homens, nos adverte no versículo 10: "Estes, porém, dizem mal do que não sabem;..."
Estou escrevendo um livro que tem como título "Boca fechada não entra mosquito", e penso que servirá de benefício para nortearmos nossas palavras e consequentemente nossas ações. Já cantava os antigos: "Em vez de murmurares canta, um hino de louvor ao nosso Deus." Oremos pedindo equilíbrio necessário ao Senhor!
Shalom!


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